Durante o período de 2019 a 2021, a Biolaw atuou junto à Secretaria de Meio Ambiente e Infraestrutura (SEMA) na elaboração do Plano de Manejo da APA do Banhado Grande, através de ações de planejamento, integração de dados do diagnóstico ambiental, articulação institucional e social e moderação de oficinas de planejamento participativo.
Maguari (Ciconia maguari)
A unidade de conservação
A Área de Proteção Ambiental Banhado Grande (APABG) foi criada em 1998 (Decreto Estadual nº 38.971, de 23 de outubro de 1998) com o objetivo central de proteger uma área de preservação permanente representada pelos banhados presentes na região e sua importante função reguladora de água.
Objetivos da APA do Banhado Grande
Preservar o conjunto de banhados conhecidos pelos nomes de Banhado do Chico Lomã, Banhado dos Pachecos e Banhado Grande; compatibilizar o desenvolvimento socioeconômico com a proteção dos ecossistemas naturais ali existentes; conservar o solo e os recursos hídricos, com a implementação de estratégias de gerenciamento em nível de bacia; recuperar as áreas degradadas com vista à regeneração dos ecossistemas naturais; contribuir para a otimização da vazão do rio Gravataí; e proteger a flora e a fauna nativas, principalmente as espécies raras, endêmicas, ameaçadas ou em perigo de extinção.
Importância hídrica da bacia
O rio Gravataí e seu sistema de banhados atendem a muitas demandas de captação para abastecimento da população da Região Metropolitana de Porto Alegre, produção irrigada e indústrias, além da diluição de esgoto e efluentes produtivos.
Em vista disso, o Plano de Manejo é o instrumento que contém as diretrizes necessárias para orientar a gestão e levar a APABG a cumprir seus objetivos, por meio da execução de ações e do ordenamento do uso do território, mantendo e qualificando os objetivos da unidade de conservação (UC).
Os documentos finais do Plano de Manejo da APA do Banhado Grande estão disponíveis em: sema.rs.gov.br.